Férias para Todos no CCBB

O Centro Cultural Banco do Brasil SP promove, entre os dias 07 e 21 de dezembro, o programa Férias para Todos. Voltada para diferentes faixas etárias, a programação pretende provocar experiências divertidas, emocionantes, desafiadoras e, sobretudo, gerar e promover espaços de convivência e reflexão. Dividida em quatro eixos principais, delineados como Oficinas, Intervenções mediativas, Espaço interativo  e Encontros, as atividades contam ainda com um pequeno festival de cinema.

Programação Férias para Todos – CCBB

Quinta-feira, 07 de dezembro

10h – 15h Poéticas Tipográficas (rua)
10h – 14h Pausa pra jogar (rua)
14h – Fantásticos Gigantes (mezanino e rua)

Poéticas tipográficas – é uma experiência única que lida com tecnologias de outro tempo. A lendária impressora francesa Minima datada do período entre 1880 e 1920, agora restauradas, reescrevem sua história, preservando a técnica da impressão tipográfica, com uma linguagem atual e de vanguarda. Essas lendas estarão nas ruas ao vivo, imprimindo postais em papéis especiais, a partir da escolha de algumas imagens feitas pelos participantes, que podem ser levados para casa e posteriormente enviados para outras pessoas. Uma viagem no tempo sem sair do lugar, em letterpress.

Pausa pra jogar (com coletivo Zebra5) – Ao cruzar os espaços próximos ao CCBB, os transeuntes são convidados a uma pausa divertida no cotidiano, contando com a mediação de educadores que propõe jogos desenvolvidos pelo coletivo Zebra5.

Fantásticos Gigantes (com Gina Dinucci e Marcio Marianno) – Criatividade a toda prova a partir de papel e fitas coloridas. Máscaras enormes vão surgindo, inspiradas por seres fantásticos e híbridos, incorporando papéis coloridos e decorados a outros materiais, até que se forme um objeto gigante e tridimensional.


Sexta-feira, 08 de dezembro

11h – Performances Fabulosas (mezanino e rua)

14h – Fantásticos Gigantes (mezanino e rua)

15h30 – 17h30 – Maracatu de Baque Virado – Cultura na Kombi (rua)

Performances Fabulosas (com Carolina Velazques) – Sonhos e seres se costuram, misturados aos desejos nesta atividade. Estes seres nascem na família dos “Fabulosos” criados pela artista plástica e performer Carolina Velasquez. É um convite feito a todos para brincar com o vento, respirar coletivamente por meio de tecidos, caminhar, desfilar e celebrar juntos. “Vestindo máscaras e vestes do mundo dos sonhos, podemos nos experimentar como outros seres de nós mesmos, inspirados pela contação de histórias fabulosas”, declaram.Para todas as idades.

Fantásticos Gigantes (com Gina Dinucci e Marcio Marianno) – Criatividade a toda prova a partir de papel e fitas coloridas. Máscaras enormes vão surgindo, inspiradas por seres fantásticose híbridos, incorporando papéis coloridos e decorados a outros materiais, até que se forme um objeto gigante e tridimensional.

Toques de Maracatu de Baque Virado – as manifestações de cultura popular podem ser caracterizadas como um conjunto de práticas cujos significados estéticos, técnicos e religiosos se completam e se sobrepõem. Pretende-se construir um espaço de circulação de saberes técnicos e culturais sobre o Maracatu de Baque Virado, através dos princípios básicos da prática de seus instrumentos: alfaia, caixa, mineiro, gonguê e agbê. Além disso, a atividade proporciona para cada participante o conhecimento básico da oralidade e tradição de tal manifestação. O coletivo propõe aulas de ritmo e passos do Maracatu, seguidos de um cortejo coletivo final. Promovido pela Kombi da Cultura, projeto sociocultural formado por um coletivo de artistas, gestores e realizadores culturais do Vale do Paraíba, que propõe atividades em corpo coletivo a partir de ritmos da cultura brasileira.


Sábado, 09 de dezembro

11h – Biodiversonho (mezanino)

14h30 – 18h30 – Sericleta

19h – Guimarães – Ficções e Imagens – (exibição de curta de André Costa e projeção      de fotos de João Correia (cinema)   

Biodiversonho (Alberto Duvivier Tembo) – por meio de dispositivos lúdicos e de combinações improváveis, esta oficina propõe que sonhemos com uma biodiversidade criativa sem precedentes no planeta Terra. Com materiais inusitados, dá-se vida a seres imaginários que nunca deveriam ter deixado de existir – e de quebra, quem sabe não se aprende a cuidar melhor daqueles que ainda restam aqui?

Sericleta – é um triciclo adaptado para impressão serigráfica, criado pela artista visual e educadora Monica Schoenacker. Nela o público é convidado a participar da ação como observadores interlocutores e impressores das peças gráficas. Todas as peças impressas (cartões postais) são livremente distribuídas ao público passante

Guimarães: ficções e imagens – o escritor Guimarães Rosa enfiava-se no sertão mineiro com cadernetas em espiral e um toco de lápis, ferramentas com as quais documentalmente anotava palavras, nomes de plantas e animais, cantigas e dizeres dos boiadeiros. Desses registros eclode todo um universo ficcional infinito. A partir desse contexto imaginário é que a fotografia e o cinema revisitam esses lugares narrados para que sejam novamente documentados seus horizontes, personagens e detalhes.Para tratar desse trânsito entre os lugares reais e a ficção, entre a observação e a imaginação, entre as palavras e as imagens é que o cineasta Andre Fratti Costa e o fotógrafo João Correia Filho conversam sobre suas experiências de olhar e representar um sertão real, inventado e reinventado. – Exibição do filme: “No próximo frio, eu ferro” (2013, 26’, BR, Direção de Andre Fratti Costa)

Domingo, 10 de dezembro

11h – 15h – Sericleta
14h – Jogo e Arte Tudo Junto (mezanino)
15h30 – Contação: Mar de Histórias

Sericleta – é um triciclo adaptado para impressão serigráfica, criado pela artista visual e educadora Monica Schoenacker. Nela o público é convidado a participar da ação como observadores interlocutores e impressores das peças gráficas. Todas as peças impressas (cartões postais) são livremente distribuídas ao público passante

Jogo e Arte Tudo Junto (com o coletivo Zebra 5) – O coletivo Zebra5, ao longo de quase uma década de existência, desenvolveu uma série deações que buscam a aproximação entre arte e jogo. Nesta oficina, oferece ao público quatro jogos criados por seus integrantesque lidam com arte, cada qual de uma maneira bem particular. Em comum entre eles, o prazer estético de jogar – e de se jogar na arte.

Mar de Histórias – o que cabe dentro do mar de histórias? Monges, princesas, heróis solitários, corações apaixonados, animais falantes, caminhos tortuosos, mensagens secretas, desafios insuperáveis. O mar de histórias é a fonte incessante dos contos e lendas do Brasil. Coloque a sua mão em concha para escutar e venha se deleitar com as histórias deste mar. Narração de contos tradicionais acompanhados de música ao vivo.

Segunda-feira, 11 de dezembro

10h – 15h – Poéticas Tipográficas (rua)
10h – 14h – Pausa pra jogar
14h- 16h – EscutasDiversas
19h – Encontro:Arte eVida

Poéticas tipográficas – é uma experiência única que lida com tecnologias de outro tempo.A  lendárias impressora francesa Minima – datada do período entre 1880 e 1920, agora restaurada, reescreve sua história, preservando a técnica da impressão tipográfica, com uma linguagem atual e de vanguarda. Essas lendas estarão nas ruas ao vivo, imprimindo postais em papéis especiais, a partir da escolha de algumas imagens feitas pelos participantes, que podem ser levados para casa e posteriormente enviados para outras pessoas. Uma viagem no tempo sem sair do lugar, em letterpress.

Pausa pra jogar (com coletivo Zebra5) – Ao cruzar os espaços próximos ao CCBB, os transeuntes são convidados a uma pausa divertida no cotidiano, contando com a mediação de educadores que propõe jogos desenvolvidos pelo coletivo Zebra5.

Escutas Diversas (com Tiago Luz) –  é uma ação que propõe uma experiência de sensibilização do participante que, a partir da mediação de uma espécie de áudio-guia, é convidado a criar a sua própria dramaturgia do olhar numa deriva através do espaço cultural e do seu entorno. O foco é emancipação do público diante de uma experiência artística. São três roteiros, com recortes e público- alvo diferentes, que se relacionam no sentido de provocar no participante uma vivência baseada na escuta – não apenas do áudio-guia, a partir dos ouvidos, mas de si mesmo, com todo o corpo em relação, engajado numa prática estética. Duração: 40 minutos.

Encontro: Arte e Vida – o programa acontece através do encontro de dois movimentos: um externo, partindo da História da Arte, com o objetivo de inspirar; e outro interno, partindo dos desafios cotidianos dos participantes, com o intuito de questionar o posicionamento individual frente às dificuldades para transformá-las. Através de uma articulação entre Arte e Psicanálise, o objetivo é criar um espaço de sensibilização que facilite o processo de apropriação da criatividade como ferramenta diária para lidar com os desafios da vida contemporânea. Contando com a presença de duas profissionais: uma das Artes Visuais (Patrícia Marchesoni Quilici) e outra da Psicanálise (Débora Andrade), o intuito é trabalhar um tema específico, relacionando um movimento da História da Arte à conceitos da vida contemporânea, utilizando, portanto, uma interrelação entre Arte e Psicanálise. Enquanto a artista plástica inspira os participantes utilizando-se através da arte, a psicanalista instiga os elementos internos do próprio grupo com a função de implicar os participantes neste processo de autonomia na resolução das próprias dificuldades.

Quarta-feira, 13 de dezembro

13h – 17h- Escutas Diversas
14h- Personagens Fantásticos Nunca Inventados (mezanino)
15h30 – 17h30 – Toques de Maracatu de Baque Virado

Escutas Diversas (com Tiago Luz) –  é uma ação que propõe uma experiência de sensibilização do participante que, a partir da mediação de uma espécie de áudio-guia, é convidado a criar a sua própria dramaturgia do olhar numa deriva através do espaço cultural e do seu entorno. O foco é emancipação do público diante de uma experiência artística. São três roteiros, com recortes e público- alvo diferentes, que se relacionam no sentido de provocar no participante uma vivência baseada na escuta – não apenas do áudio-guia, a partir dos ouvidos, mas de si mesmo, com todo o corpo em relação, engajado numa prática estética. Duração: 40 minutos.

Personagens Fantásticos Nunca Inventados (com Alberto Tembo e Patrícia Marchesoni Quilici) – inspirados por imagens de seres mitológicos, máscaras, personagens da literatura fantástica, do cinema, de HQ’s e de games, os participantes terão o desafio de se transformar em um personagem inédito. Eles criam avatares ou duplos fantásticos, desenvolvendo uma mistura de objetos e acessórios que podem ser acoplados em diferentes partes de seus corpos. Os personagens/criadores, então, serão fotografados, e suas imagens se transformarão em cartas de um jogo de Super-Trunfo, do qual tanto os criadores quanto novos integrantes poderão participar.

Toques de Maracatu de Baque Virado – as manifestações de cultura popular podem ser caracterizadas como um conjunto de práticas cujos significados estéticos, técnicos e religiosos se completam e se sobrepõem. Pretende-se construir um espaço de circulação de saberes técnicos e culturais sobre o Maracatu de Baque Virado, através dos princípios básicos da prática de seus instrumentos: alfaia, caixa, mineiro, gonguê e agbê. Além disso, a atividade proporciona para cada participante o conhecimento básico da oralidade e tradição de tal manifestação. Promovido pela Kombi da Cultura, projeto sociocultural formado por um coletivo de artistas, gestores e realizadores culturais do Vale do Paraíba, que propõe atividades em corpo coletivo a partir de ritmos da cultura brasileira.

Quinta-feira, 14 de dezembro

11h- 15h – Escutas Diversas
11h-16h30 – Experiência Digital
14h – Maquinatudo – Mecânica Lúdica (mezanino)
16h30 – Experimentando Clarice: “A vida íntima de Laura”

Escutas Diversas (com Tiago Luz) –  é uma ação que propõe uma experiência de sensibilização do participante que, a partir da mediação de uma espécie de áudio-guia, é convidado a criar a sua própria dramaturgia do olhar numa deriva através do espaço cultural e do seu entorno. O foco é emancipação do público diante de uma experiência artística. São três roteiros, com recortes e público- alvo diferentes, que se relacionam no sentido de provocar no participante uma vivência baseada na escuta – não apenas do áudio-guia, a partir dos ouvidos, mas de si mesmo, com todo o corpo em relação, engajado numa prática estética. Duração: 40 minutos.

Experiência Digital (com Class Produções) – a  programação conta com uma instalação digital que convida o público a criar imagens caleidoscópicas a partir de seu movimento e configuração no espaço. Jogos, construções personalizadas, jogos de dança e ambiente de realidade virtual fazem parte da gama de possibilidades que o público tem disponível para desenvolver sua agilidade, criatividade e sagacidade.

Maquinatudo – Mecânica Lúdica – a paixão por ciência, tecnologia e arte faz a gente buscar e utilizar um pouco de cada um desses ingredientes para criar um repertório rico e diversificado em uma oficina original para criar robôs. Quebrando barreiras e preconceitos que possam existir entre as áreas, busca-se não fazer distinções, identificando praticamente tudo como ferramentas inerentes ao ato da criação.

Experimentando Clarice : “A vida íntima de Laura” – é um projeto de narração de histórias do livro infantil de Clarice Lispector: “A vida íntima de Laura”. Elas são contadas e interpretadas pelos atores Renata Augusto e Nino Belucci e contam com trilha-sonora e canções originais do músico Rafael Siqueira. A contação de histórias se insere numa tradição oral rara e preciosa nos dias atuais, resgata um antigo hábito em diversos países e nos remete aos nossos avós, pais,e a trocas afetivas. Pouco explorada no universo de contação de histórias, Clarice Lispector aborda de forma direta, singular e sensorial temas como perda, morte, zelo, família, entre outros.

Sexta-feira, 15 de dezembro

11h -16h30 – Experiência Digital
14h – Construindo Mundos Possíveis (mezanino)
15h30 -17h30 Encontro: História corpo e conversa
18h – 19h – Leitura/concerto: O Primeiro Encontro (Grande Sertão Veredas)

Experiência Digital (com Class Produções) – a programação desta oficina conta com uma instalação digital que convida o público a criar imagens caleidoscópicas a partir de seu movimento e configuração no espaço. Jogos, construções personalizadas, jogos de dança e ambiente de realidade virtual fazem parte da gama de possibilidades que o público tem disponível para desenvolver sua agilidade, criatividade e sagacidade.

Construindo mundos possíveis (com Stella Ramos) –  crianças e suas famílias são convidadas a pensarem um mundo em que desejamos viver, e a construí-lo coletivamente, numa brincadeira de reinventar a si mesmo e ao lugar onde vivemos.

História, Corpo e Conversa – encontro de troca para mães e filhas (meninas a partir de 10 anos). Neles, as mães e suas meninas trocam histórias sobre o feminino, o papel da mulher, as maravilhas e desafios de criar uma mulher no mundo de hoje. Os encontros têm duração de três horas e contam sempre com a narração de um conto tradicional, uma pequena atividade corporal, um trabalho manual e um momento de conversa. Com Andi Rubinstein e Roberta Rodrigues Alves.

Leitura/concerto: O primeiro encontro (com Élida Marques e Eduardo Contrera) – sessão de leitura pública com música ao vivo do texto de Guimarães Rosa, publicado no clássico da literatura brasileira “Grande Sertão Veredas”.

Sábado, 16 de dezembro

11h – Jogo e Arte Tudo Junto (mezanino)
11 – 16h30 – Experiência Digital
14h – Maquinatudo – Sintetizador de Bolso (mezanino)
17h – Mostra de curtas universitários: As representações do corpo nos primeiros filmes (cinema)

Jogo e Arte Tudo Junto (com o coletivo Zebra 5 Jogoe Arte) – o coletivo Zebra5, ao longo de quase uma década de existência, desenvolveu uma série de ações que buscam a aproximação entre arte e jogo. Nesta oficina, oferece ao público quatro jogos próprios que lidam com arte, cada qual de uma maneira bem particular. Em comum entre eles, o prazer estético de jogar – e de se jogar na arte.

Experiência Digita (com Class Produções) – a programação desta oficina conta com uma instalação digital que convida o público a criar imagens caleidoscópicas a partir de seu movimento e configuração no espaço. Jogos, construções personalizadas, jogos de dança e ambiente de realidade virtual fazem parte da gama de possibilidades que o público tem disponível para desenvolver sua agilidade, criatividade e sagacidade.

Maquinatudo – Sintetizador de Bolso – a paixão por ciência, tecnologia e arte faz a gente buscar e utilizar um pouco de cada um desses ingredientes para criar um repertório rico e diversificado em uma oficina original para criar um sintetizador de  bolso – ao estilo do celebrado Theremin – que reage à luminosidade e pode se desdobrar em inúmeros projetos mais complexos.

Mostra de curtas universitários: As representações do corpo nos primeiros filmes (curadoria de André Costa) – Na produção recente de filmes universitários e de jovens realizadores,o conceito de corpo, longe de ser representado como algo natural ematerial, aparece narrado como uma construção cultural e social. Ocinema, nessa produção vigorosa, demonstra ser uma formaarticulada de dar visibilidade às questões de gênero, sexo esexualidade. Bate-papo com curador e convidados e/ou realizadores.

Domingo, 17 de dezembro

11h – 15h Escutas Diversas
14h – Geringonças para desenhar (mezanino)
16h30 – Pachamama – Viagem à Terra
17h – Mostra de curtas universitários: As representações do corpo nos primeiros filmes (cinema)

Escutas Diversas (com Tiago Luz)-  é uma ação que propõe uma experiência de sensibilização do participante que, a partir da mediação de uma espécie de áudio-guia, é convidado a criar a sua própria dramaturgia do olhar numa deriva através do espaço cultural e do seu entorno. O foco é emancipação do público diante de uma experiência artística. São três roteiros, com recortes e público- alvo diferentes, que se relacionam no sentido de provocar no participante uma vivência baseada na escuta – não apenas do áudio-guia, a partir dos ouvidos, mas de si mesmo, com todo o corpo em relação, engajado numa prática estética. Duração: 40 minutos.

Geringonças para Desenhar (com Gina Dinucci e Marcio Marianno) – proposta performática na qual o público é convidado a experimentar próteses para a ação de desenhar. Construídos pelos artistas do projeto LEVA (Laboratório Experimental e Vivências Artísticas), tais objetos são elaborados com a junção de materiais específicos do desenho e outros materiais utilizados em nosso cotidiano. A intenção da proposta é instigar o participante a explorar novas possibilidades e atitudes para o desenho, expandindo o gesto de desenhar para todo o corpo. A proposta Geringonças para Desenhar já foi produzida em diversos espaços culturais e possibilita a participação de todos os públicos.

“Pachamama – viagem à terra dos sons” (com Daniela Amaral e Dani Sou, Duo Tessituras) – é uma intervenção musical com canto, harpa e viola da gamba, criado em torno de um repertório relacionado à infância e à maternidade, em diversas culturas, latino-americanas, indígena, orientais, do ninar e da proteção dos rituais ao brincar, dançar e lançar-se ao mundo. Das canções surgem imagens poéticas, concretizadas em objetos que se oferecem à interação das crianças e familiares. É o convite a uma experiência multissensorial, espacial, de ritmo e movimento, de corpo e gesto, modulada pelas diversas nuances significativas, dinâmicas e intensidades das músicas, e pelos timbres e vibrações das vozes e instrumentos.

Mostra de curtas universitários: As representações do corpo nos primeiros filmes (curadoria de André Costa) – Na produção recente de filmes universitários e de jovens realizadores, o conceito de corpo, longe de ser representado como algo natural e material, aparece narrado como uma construção cultural e social. O cinema, nessa produção vigorosa, demonstra ser uma forma articulada de dar visibilidade às questões de gênero, sexo e sexualidade. Bate-papo com curador e convidados e/ou realizadores.

Segunda-feira, 18 de dezembro

10h- 14h – Pausa pra jogar!
19h – Encontro: O que uma imagem nos conta?

Pausa pra jogar! (com coletivo Zebra5) – Ao cruzar os espaços próximos ao CCBB, os transeuntes são convidados a uma pausa divertida no cotidiano, contando com a mediação de educadores que propõe jogos desenvolvidos pelo coletivo Zebra5.

O que uma imagem nos conta? (com Patricia Marchesoni) – estamos expostos a cerca de cinco mil imagens por dia, porém, refletimos pouco sobre elas, deixando que elas nos dominem e até nos manipulem. Neste bate-papo descontraído, porém crítico, levantaremos, de maneira acessível ao universo infantil, reflexões sobre as imagens fotográficas. O encontro é participativo e mescla conversas com dinâmicas que nos levem a um olhar mais cuidados a respeito das imagens.

Quarta-feira, 20 de dezembro

10h – 14h – Pausa pra jogar!
14h – Personagens Fantásticos Nunca Inventados (mezanino)

Pausa pra Jogar! (com coletivo Zebra5) – Ao cruzar os espaços próximos ao CCBB, os transeuntes são convidados a uma pausa divertida no cotidiano, contando com a mediação de educadores que propõe jogos desenvolvidos pelo coletivo Zebra5.

Personagens Fantásticos Nunca Inventados (com Alberto Tembo e Patrícia Marchesoni Quilici) – inspirados por imagens de seres mitológicos, máscaras, personagens da literatura fantástica, do cinema, de HQ’s e de games, os participantes terão o desafio de se transformar em um personagem inédito. Eles criam e personificam seus personagens, avatares ou duplos fantásticos, desenvolvendo uma mistura de objetos e acessórios que podem ser acoplados em diferentes partes de seus corpos. Os personagens/criadores, então, serão fotografados, e suas imagens impressas para se transformarem em cartas de um jogo de Super-Trunfo, do qual tanto os criadores quanto novos integrantes poderão participar.

Quinta-feira, 21 de dezembro

14h – Ser mundo (auditório)
16h30 – Experimentando Clarice: “A Mulher que matou os peixes”

Ser Mundo (com Zuzu Leiva) – encontro dançante que parte do universo hindu e segue percorrendo outros polos étnicos (Japão, Israel, Líbano,Itália, Brasil), a partir de danças antigas que têm a comunhão como estrutura essencial. “Vivemos em um mundo cujas fronteiras se cruzam mais e mais a cada dia, mas afinal, somos feitos da mesma matéria, e assim nos descobrimos através do contato com o outro: tudo é espelho”, declara a integrante do grupo Mawaca. A oficina possibilita o enriquecimento não apenas do repertório de movimentos corporais, mas da própria experiência auditiva, com outros idiomas e referências sonoras. A partir do contato com antigas danças do mundo, o participante vivencia manifestações artísticas arquetípicas, despertando a conexão com sua essência no sentido mais amplo: o ser mundo.

Experimentando Clarice – “A mulher que matou os peixes” – É um projeto de narração de histórias do livro infantil de Clarice Lispector: “”A mulher que matou os peixes”. Ela é contadas e interpretadas pelos atores Renata Augusto e Nino Belucci e conta com trilha-sonora e canções originais do músico Rafael Siqueira. A contação de histórias se insere numa tradição oral rara e preciosa nos dias atuais, resgata um antigo hábito em diversos países e nos remete aos nossos avós, pais, e a trocas afetivas. Pouco explorada no universo de contação de histórias, Clarice Lispector aborda de forma direta, singular e sensorial temas como perda, morte, zelo, família, entre outros

 

CCBB SÃO PAULO – Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro. São Paulo-SP
Acesso ao calçadão pelas estações Sé e São Bento do Metrô
Informações: (11) 3113-3651/3652
E-mail: ccbbsp@bb.com.br
Horário de funcionamento: Quarta a segunda, das 9h às 21h

bb.com.br/cultura |  twitter.com/ccbb_sp  |  facebook.com/ccbbsp | instagram.com/bancodobrasil

Acesso e facilidades para pessoas com deficiência | Ar-condicionado | Cafeteria e Restaurante | Loja
Clientes do Banco do Brasil têm 10% de desconto com Cartão Ourocard na cafeteria, restaurante e loja
Traslado gratuito até o CCBB. No trajeto de volta, a van tem parada na estação República do Metrô.

Estacionamento conveniado: Estapar – Rua Santo Amaro, 272, Bela Vista – São Paulo-SP

Valor: R$ 15 pelo período de 5 horas. É necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB.

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Quem Escreve

Ana Paula

Sou Ana Paula Alcântara Porfírio, trabalho em horário integral como mãe, sou casada, com um príncipe chamado Júnior, tenho dois filhos a Manuella e o Arthur, que fazem meus dias mais felizes!

Vou dividir com vocês nossos passeios, dicas de programas com crianças, experiências e sentimentos da maternidade!