Qual a melhor maneira de driblar a dependência tecnológica estimulada na pandemia?

O isolamento social durante a pandemia, apesar da sua necessidade e importância, pode criar graves consequências para a saúde mental de quem é submetido a ele, principalmente quem já possui histórico de depressão e transtornos de ansiedade. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o Brasil é o país com o maior número de pessoas ansiosas do mundo, com 18,6 milhões de brasileiros, ou seja, 9,3% do país. O relatório indica que a ansiedade é a segunda condição mental, depois da depressão, com maior incidência de incapacidade na maioria dos países analisados.


Diante desse cenário, as pessoas começaram a buscar refúgio nos apetrechos tecnológicos, usando com mais frequência, principalmente, as redes sociais. Não é novidade que a internet já ocupava um espaço considerável na vida das pessoas antes da pandemia, mas que nos dois últimos anos esse uso passou a criar uma certa dependência nas pessoas, o que só potencializa e ratifica os impactos negativos do isolamento, principalmente para a saúde da mente.


“O uso do celular nesses casos dá uma falsa sensação de felicidade, prazer e estabilidade, até que o tempo dessa atividade ultrapassa a fronteira do que é considerado saudável e com função de distração. Em alguns casos, é preciso terapia para fazer com que o indivíduo consiga se ressocializar e voltar a frequentar grupos aos quais fazia parte. No caso de crianças e adolescentes, é função dos pais ou responsáveis fomentar algum tipo de atividade, recreação ou ocupação que ajude no equilíbrio mental”, explica Augusto Jimenez, psicólogo e diretor nacional da Minds Idiomas.


Esporte, aula de teatro, curso de inglês: tudo é bem-vindo desde que haja uma identificação mínima com a atividade. Este, por sua vez, além de sua funcionalidade com ocupação e alternativa diante do cenário citado, ainda faz com que a criança ou o jovem consiga se preparar para o futuro, pois aprender um idioma cria oportunidades, independente de como irá usá-lo, seja em uma experiência cultural ou profissional.


Uma alternativa estratégica do uso tecnológico é estudar, por exemplo, em escolas que possuem recurso digital no seu ensino. Na Minds Idiomas, sua metodologia com auxílio de lousa digital, faz com que crianças e jovens consigam aprender o idioma, adaptando-se a uma possível dependência tecnológica. Dessa forma, o corpo pedagógico consegue seu objetivo de ensino e os alunos se adequam de maneira menos abrupta à nova realidade pós pandemia, possibilitada com o avanço da vacinação.


Caso essas atividades não sejam estimuladas, a dependência tecnológica se finca ainda mais, dificultando a tentativa de diminuir o tempo online e de restabelecer o equilíbrio comportamental e mental. As relações sociais também são deterioradas, além de sintomas físicos que alteram o sono e podem até ter influência em ganho/perda de peso.



A Minds Idiomas, no curso Kids and Teens, conta com metodologia imersiva que possui plataforma digital e turmas reduzidas, fazendo com que essa volta seja feita com uma atenção especial.

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Ana Paula

Sou Ana Paula Alcântara Porfírio, trabalho em horário integral como mãe, sou casada, com um príncipe chamado Júnior, tenho dois filhos a Manuella e o Arthur, que fazem meus dias mais felizes!

Vou dividir com vocês nossos passeios, dicas de programas com crianças, experiências e sentimentos da maternidade!